sexta-feira, 3 de julho de 2009

Preocupados com a reputação

Muitos dos que estão criticando o livro demonstram uma profunda e sincera preocupação com a reputação da Igreja de Cristo, argumentando que os "de fora" vão saber dos podres dos "de dentro" e, desta forma, nunca vão querer entrar para o time dos "de dentro". Eu acolho com gratidão as críticas porque é uma oportunidade preciosa de discussão sobre o assunto. Pergunto, porém, para provocar mais debate: será que Paulo preocupou-se com a reputação da Igreja ao relatar que um membro da igreja de Coríntios estava dormindo com a madrasta? Indo um pouco além, será que o próprio Deus se preocupou com a reputação de Maria ao permitir que fosse mal falada pelas muitas pessoas próximas que provavelmente não acreditaram na história da sua divina concepção? Eu creio no meu coração que Deus se importa com as nossas intenções e não tanto com reputações. Quem mais se atém á reputação somos nós mesmos, dependentes que somos de aprovação em tempo integral. E, infelizmente, há muitos que - com boas ou más intenções (Deus julgará - ler I Cor 3: 11-13) - estão corrompendo o Evangelho da Graça. Um abraço a todos. Marília

29 comentários:

  1. Marília,

    Meu coração se alegra em observar caminhos e percepções do evangelho se cruzando. Caminhos de pessoas preocupadas em repensar a fé e soprar aos quatro ventos vozes proféticas, crendo eu, inspiradas pelo incômodo da voz incalável do Espíriro Santo no interior.

    Recebi a indicação do seu livro de uma amiga na cidade de Americana, e fiquei chateado de saber que lançou o livro nessa semana, perdi.

    Minha pergunta: Quando haverá um (ou segundo, terceiro...) encontro em que você falará do livro?

    Um abraço, de um companheiro nas inquetações e desventuras na vida cristã.
    Felipe
    felipeurbano@bol.com.br

    ResponderExcluir
  2. Parabéns Marília, alguém precisava falar desse assunto em alto e bom tom...pois esses foi um dos motivos de ter saido da igreja, por essas hipocrisias que cansei de ver...
    Um grande abraço e seja sempre autêntica, pois Deus se agrada.

    Valeria

    ResponderExcluir
  3. Olá Marília.

    Acabei de receber uma boa notíca... congremos na mesma comunidade. Na IBAB.

    Um abraço,
    Felipe

    ResponderExcluir
  4. Seu livro me fez recordar de momentos em minha vida, muito parecidos com o de algumas pessoas entrevistadas.
    Fique feliz pela sua coragem e determinação ao escrever sobre um assunto tão importante.
    Tomo a liberdade de anexar uma pequena reflexão, escrita num momento de desabafo após uma experiência desgastante num passado recente:
    QUEM TEMOS SIDO

    É interessante perceber que, à medida que nos integramos ao meio evangélico adquirimos uma identidade, que se impregna a ponto de jamais ser contesta, modificada, adaptada ou qualquer outro ada..., mesmo que isso nos distancie do modelo maior, Jesus Cristo.

    Em função do grupo, nos esquecemos da essência e nos parecemos mais com a instituição.

    O “crentês” torna-se a língua oficial e qualquer outro dialeto passa a ser uma heresia, porque, afinal de contas, temos uma identidade a preservar.

    Qualquer movimento em direção à essência é tomado como rebeldia, divisão, desobediência, antipatia, presunção, arrogância, como se a mesma não fosse o exemplo a ser seguido.

    É triste perceber que em nome do evangelho agimos como atores no palco de nossas igrejas deixando de lado a única e verdadeira estrela, Jesus.

    Nos apropriamos do texto, fora do contexto, como pretexto para justificar nossos atos e crendices eclesiásticas, sem, no entanto, meditarmos a respeito do seu real significado.

    O rebanho é sobrecarregado pelas imposições, quase farisaicas, de líderes que se autodenominam “cobertura espiritual”, e cuja presunção suplanta a sombra do Altíssimo.

    Maldições e sentenças são invocadas sobre as cabeças dos “hereges”, levando-os a protagonizar a reedição da Inquisição.

    O fato de nos dispormos a ser intercessores, conselheiros ou discipuladores, não nos habilita ao cargo de tutor do espírito humano.

    Paulo deixou claro a quem deveríamos imitar, não na presunção de uma autoinfalibilidade, mas exaltando, acima de tudo, o exemplo maior que é Cristo.

    A ética soa-nos como um conceito primitivo, distante no tempo, coisa de uma época retrograda, substituído por técnicas de evangelização em que o fim justifica os meios.

    Que Deus nos perdoe por isso, e antes que seja tarde demais nos leve à revisão de nossos conceitos e atitudes.



    João Gilberto da Rocha Camargo
    Cuiabá, 20 de Janeiro de 2004.

    ResponderExcluir
  5. Olá, Marilia. Ouvi falar do seu livro esta semana, já depois do lançamento. Vou querer comprá-lo e lê-lo com atenção. Primeiro porque sei um pouco da história. Gente que amo muito, parte da minha família, foi fortemente ferida na mesma comunidade. Gente que ajudou a fundar a comunidade, inclusive e que estava entre as principais lideranças. Segundo, porque estou num momento de questionamento do valor da igreja nos moldes em que ela se apresenta hoje. Quero te dar os parabéns pela coragem.

    ResponderExcluir
  6. Parabéns pelo trabalho que de fato traduz um clamor e pensamento de milhares de cristãos neste país!

    Denys
    Manaus - AM

    ResponderExcluir
  7. Fernando Antonio Cruz Pereira4 de julho de 2009 11:27

    Oi, Marília. Ao ligar agora a pouco o rádio, ouvi teu comentário sobre o proceder dos pastores evangélicos que estão direcionando a vida dos fiéis e as feridas e "morte" que vem causando ,e me senti impactado por algo dito de maneira quase idêntica a que venho crendo e anunciando a algum tempo.

    Sou pastor evangélico batista de uma pequenina igreja do interior e penso justamente o que você falou: o pastor tem a função de orientar, aconselhar; não ditar o que se deve fazer, assumir a responsabilidade da escolha de outros. Somos todos limitados no nosso agir, embora com desejo de sermos mais perfeitos possíveis, para glória de Deus. Colocar-se na posição de Deus na vida e escolha das pessoas é LOUCURA.

    Agradeço a Deus por ter pessoas que estão sensíveis a estas questões que são sensíveis no coração de Deus e que estão dispostas a se expor para que outros conheçam com mais clareza o pensar dele.

    Deus te abençoe e te dê firmeza para questionar aquilo que precisa ser questionado.

    Ainda há esperança e há um "grupo" daqueles que querem ver a verdade de Deus se concretizar nos corações. Sou parte destes também.

    Fernando Pereira
    fgper@oi.com.br

    ResponderExcluir
  8. Olá Marília,
    Entendo que Deus tem levantado pessoas como vc para colocar as claras esse tipo de coisa que adoentado a Igreja do Senhor Jesus.
    Pessoa tem usado do pulpito e do poder da influencia para machucar pessoas e usar delas para seu próprio interesse.
    Concordo tbm com vc que nós como povo somos culpados em parte, pois se apoiamos esse tipo de coisa ela cresce, e entendo que muitas vezes por falta de conhecimento, as vezes pela pessoa se colocar como um amigo, suposto amigo é claro, e as vezes depois vemos os estragos que são feios e muitas vezes os anos que são perdidos seguindo esse tipo de pessoa.
    Que Deus te abençoe muito e te deu não só essa mais muitas palavras pro nosso POvo que precisa muito de direção e entendimento.
    Abraços
    Jose - RJ

    ResponderExcluir
  9. Marília, parabéns pela sua entrevista na rádio CBN. Fiquei muito feliz qdo ouvi a entrevista numa emissora de rádio de grande alcance da massa. Esse livro concerteza vai ajudar muitas pessoas!

    Fique em Deus

    Thiago Alves

    ResponderExcluir
  10. Estou ansiosa para ler seu livro. Li sua entrevista na Época e vi que você percebeu várias coisas na igreja que eu também percebi durante os anos em que fui evangélica. A diferença é que me tornei atéia, mas ainda me interesso muito por assuntos relativos a religião, pois como você mesma disse na entrevista, as experiências religiosas marcam muito.
    Um abraço.

    ResponderExcluir
  11. olá Marília...Vi sua participação na CBN falando sobre o livro e achei no mínimo interessante. Sou evangélica, e entendi o debate levantado pelo livro... Quanto ao lado espiritual, acredito que se nos baseamos em homens nossa fé esta mal direcionada...e que é preciso discernimento para não cair no erro de dar a homens uma confiança de infabilidade, quando na verdade só o próprio Deus a possui. Não a conheço, mas espero que junto ao debate que seu livro propoe esteja também a excessão a tudo isso, no que se refere a pessoas que creem e vivem e/ou se esforçam para não apenas seguir uma religião,ou serem enganadas por falsos-líderes, mas que são curadas de suas feridas por estarem unidas a Deus,não destruidas em nome dele.Creio que ainda há excessões, e bons líderes que não se colocam como heróis, mas como servos do Deus que pregam. Concordo que há pessoas feridas porém espero que sejam curadas e não que acabem encontrando um refúgio para continuarem com dores,atribuindo a Deus aquilo que foi erro de homens. Abraço!

    ResponderExcluir
  12. Domingos Zaparolli6 de julho de 2009 07:25

    Marília,
    Não sou religioso. Pouco conheço o universo das igrejas. A pequena noção que tenho é da igreja católica, na medida em que a estrutura dela é de conhecimento geral.
    Seu livro me chamou a atenção pelo fato de você se dispor a narrar problemas que envolvem a sua comunidade religiosa. Coisa rara. Vivemos num mundo onde cada vez mais as pessoas que fazem parte de um grupo (religioso, político, econômico, esportivo...) não expõe suas feridas para não dar munição ao “inimigo”. Gostei da coragem.
    Li o livro rapidinho, uma vez que está bem escrito, com histórias bem contadas. Você demonstra bem dois lados da questão. De um, fiéis ingênuos e vulneráveis. De outro, casos de soberba, corrupção e abuso de poder. As histórias de soberba sempre me fazem lembrar Declínio e Queda do Império Romano. Há uma passagem interessante em que Gibbon relata o modo como eram recepcionados os generais vitoriosos de grandes batalhas quando estes entravam triunfantes em Roma. O povo aglomerado, em delírio, comemorava o êxito e exaltava o general a novas conquistas. Até Roma seria do general, se assim ele desejasse. Por precaução, os imperadores determinavam que, a partir da entrada da cidade, um sacerdote acompanhasse o general com a função de lhe dizer ao ouvido algo do tipo “Lembre-se, você é mortal”.
    Pois bem. Passei a leitura toda de seu livro lembrando-me desta passagem. Caramba, que estrutura religiosa é essa onde não há alguém no ouvido do pastor a lhe lembrar que ele é mortal? Como são escolhidos estes pastores? como eles são preparados? quem os avalia? que estrutura é essa que permite a abertura de novas igrejas com mais facilidade do que se abrem casas lotéricas? Não há regulamentação? Não há governança? São pastores que estão doentes ou é uma estrutura viciada que permite e até estimula o surgimento de pastores que não estão aptos para suas tarefas, uma estrutura que privilegia a busca do poder e privilegia a arrecadação em detrimento do espiritual?
    Só ao chegar ao capítulo 12 percebi que, muitas vezes, não há estrutura alguma. Não pretendo, é claro, discutir a estrutura das igrejas, essa é uma questão para quem está na igreja. Mas acho que esta discussão poderia estar mais presente em seu livro. As questões que você levanta no capítulo 12, para mim, um leigo, fundamentais, poderiam estar mais esmiuçadas. Fica a sugestão para quando você for lançar a versão revisada e ampliada.
    Mas estas são palavras de um leitor abusado, aproveitando-se do acesso ao escritor. De forma geral, gostei bastante do livro.

    ResponderExcluir
  13. Ótimo livro. Muito necessário no atual momento da igreja no Brasil. Parabéns pelo trabalho!
    Ainda não terminei de ler. Mas, nossa igreja aqui no sul comprou 50 exemplares para distribui para as lideranças.
    Que Deus abençoe a tua vida!

    ResponderExcluir
  14. Olá minha querida e amada irmã em Cristo Jesus, fico feliz por você ter feito esse livro, tenho certeza que esse tipo de livro é um que a gente sempre diz: como gostaria de ter escrito isso. Não li o livro ainda mas pela sua entrevista, por todos os comentarios e por tudo o que está ocorrendo dentro das igrejas, vou adorar...Apenas uma pergunta você continua evangelica...Fique na graça e Paz...Abraços de Paz em seu Coração...Tom Almeida

    ResponderExcluir
  15. Marília, li seu livro e gostei muito.
    Parabéns pela maneira como você apresentou as histórias de abuso e pelo tom de esperança com o qual encerrou o livro. É muito fácil usar de fatos como estes para riscar a Igreja do vocabulário e buscar uma pseudo-espiritualidade individualista, mas você não fez isso.
    Creio que os que estão acusando o livro de denegrir a reputação da Igreja não leram até o final.
    Um abraço!
    Sandro

    ResponderExcluir
  16. Marilia seu livro está maravilhoso, mas você precisa conhecer a IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS CANAÃ aqui em Fortaleza,dirigida pelo pastor Jecer Goes.Aqui vive-se o evangelho de JESUS CRISTO. Pastor Jecer é homem íntegro e conduz suas ovelhas para o verdadeiro caminho da salvação. Sucesso com seu livro e vamos orar para que esses pastores aceitem JESUS de verdade.

    ResponderExcluir
  17. Olá, Marília!

    Ainda não tenho o livro, mas gostaria muito de ler, pois me identifiquei bastante com a temática abordada no livro e também já passei por situação de abuso espiritual.
    É algo que me ainda me incomoda bastante e confesso que, mesmo buscando em Deus, ainda não consegui a cura total.

    Quanto à reputação dos cristãos, defendo seu ponto de vista e ainda pergunto: será que esses pastores que têm ferido a tantos (mesmo que não seja intencional) estão realmente preocupados com a reputação da Igreja?
    Porque o assunto tem sido tão abordado visto que essa reputação já está manchada.

    Não creio que este livro possa de fato piorar a reputação.
    Ele apenas vem para esclarecer coisas que nem sempre são ditas e ajudar a edificar aqueles que sofreram e continuam sofrendo com o abuso de autoridade espiritual.

    Muito obrigada por ter escrito este livro!
    Espero que em breve eu possa lê-lo.

    ResponderExcluir
  18. Olá Marília, gostaria que soubesse que admiro a sua coragem em tratar de um tema tão importante. O chamado do Cristão envolve a busca pela integridade e ser íntegro não significa ser incapaz de pecar, mas sim ser capaz de lidar corretamente com seus erros, sem negá-los ou empurrá-los para debaixo do tapete, você não está errada ao expor os abusos de lobos circenses que são inimigos da cruz de Cristo.
    Veja artigo: "Quem com ferro fere...", fala sobre seu livro eu postei hoje no meu blog:
    http://www.teologianosite.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  19. Marília, meus parabéns pelo seu livro. Eu creio que ele é uma resposta de oração de muitos cristãos, inclusive eu.Uma voz que fala com os líderes cristãos atuais.Ele reflete o que aconteceu comigo muitas vezes.Vi sua entrevista com o pastor Carlito e gostei muito do que você disse. Espero em breve poder ler seu livro.
    Fique naz de Cristo,
    Eduardo castro- São José dos Campos-SP
    dudaflocos@gmail.com

    ResponderExcluir
  20. Marília, acabei de saber do seu livro e pretendo adquiri-lo nessa semana. Nós, como Igreja de Cristo, precisamos abrir nossos olhos para os enganos que a cada dia têm se entranhado no cristianismo, transformando a luz em trevas, a Palavra de libertação em prisão de almas. Que Deus lhe abençoe, e não se preocupe com as críticas: se elas vêm, bem-aventurado é quem as recebe por amor a Cristo.

    Fique na Paz,

    Estrangeira
    http://estrangeira.wordpress.com

    ResponderExcluir
  21. Olá Marília,
    Parabéns pelo livro e que Deus continue abençoando sua vida e usando o seu dom na escrita para torna-lo Conhecido entre todos os homens! Seriedade Já!!!

    ResponderExcluir
  22. Olá Marília, a paz do Senhor Jesus.
    Quero parabenizá-la pela coragem, ainda não tive a oportunidade de adquirir o livro, mas assim que possível, eu o estarei fazendo com prazer.
    Gosto muito de ler e estar informada sobre vários assuntos, apesar de me sobrar pouco tempo, pois tenho uma benção de 2 anos e meio, que não poderia deixar de mencionar.
    Tenho preocupação em ensinar ao meu filho o caminho que se deve andar, procuro a melhor maneira para orientá-lo.
    Possuo alguns livros que tratam de assuntos relacionados ao abuso espiritual.
    Sou evangélica e frequento uma igreja hoje, e sou muito feliz.
    infelizmente, tive a péssima experiência, de participar de uma igreja com julgos pesados, que poderia mencionar o nome dela, se você tiver interesse em saber.
    Hoje quando conheço alguém que está frequentando essa igreja, procuro sem medo de errar, em orientá-lo a procurar outra "sem misturas".
    Acredito que precisamos mostrar o caminho e onde irá chegar.
    A minha dúvida é: Você menciona no seu livro o nome dessa denominação que causa traumas espirituais e emocionais?
    Um grande abraço.

    Renata Bezerra

    ResponderExcluir
  23. Escrever algo que "toca em feridas" é sempre um risco... parabéns pela coragem!

    O problema é internacional, mas agora temos um livro em português que aborda o assunto... e já chegou a Portugal também!

    Estou no processo de leitura!

    ResponderExcluir
  24. Marilia vc me fez lembrar a história de um rapaz que trabalhou comigo no Ministério de Evangelização de uma Igreja Histórica, após descobrir que tinha uma doença grave, começou a tratar no hospital publico com apoio de todos mas ele se afastou e algum tempo ele disse que tinha mudade de Igreja, porque la ele ia ser curado. Ele trabalhava ha 18 anos na mesma firma, onde também morava com os demais colegas de trabalho e começou a orar de madrugada aos gritos expulsando demonio até que aconteceu o pior, foi mandando embora, pois pertubava seu ambiente de trabalho, pegou a importancia de sua rescisão de contrato e depoistou nos pés do "pastor, bispo". Nao demorou muito e um irmão o encontrou como mendigo na rua com vergonha ele não quis voltar para nossa Igreja, pediu apenas que ajudasse comprar uma passagem para ele ir embora para terra natal, onde ele queria morrer, arrumou a passagem e ele foi embora mas esta história triste ficou na cabeça dos irmãos da Igreja que o amavam e o respeitava.
    Continua escrevendo sobre o assunto pode ser uma luz num tunel tão escura, mas é o que fizeram com aquilo que temos de mais sagrado que é nossa fé. Deus te abençoa e te guarda. Parabéns!

    ResponderExcluir
  25. À paz irmãos.

    A presente obra traz à luz um "câncer" que assola as nossas igrejas.

    Frequentei a Igreja Sarra Nossa Terra durante 3anos em Brasília e percebi que Deus é segundo plano, eis que a principal meta daquela seita é fazer com que o Bispo Robson Rodovalho seja Presidente da República.

    Sendo assim, tudo vale, desde que o Bispo seja exaltado e consiga votos.

    Oremos para que Deus nos ajude a desmacarar os falsos profetas.

    Parabéns pelo livro

    Vítor de A. Melo

    ResponderExcluir
  26. Cara Marília,sou Pastor e gostaria de externar neu agradeciimento pela obra que nos foi dada pelo Todo Poderoso,uns se preocupam coma reputação mas alguns se preocupam o ministério da reconciliação e vejo que seu livro PODE ser usado para este fim como está escrito:2 Coríntios 5:19 a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação.

    Quando o apostolo revelou o fato não a pessoa foi para a restauração, pois devido a nossa a nossa natureza pecaminosa tendemos a generalizar tudo achar que todos pastores e igrejas são iguais ,certas observações no livro são reais , e devem ser levadas em consideração porem existem minisros sinceros ,e mulheres de Deus que poderiam ser abordadas na mesma quantidade de assunto em foco,porem é nescessária a crítica para a diferença no cressimento, O Apostolo Paulo foi criticado por Pedro por que as muitas letras o faziam delirar,a minha preocupação é como vamos tratar o problema, qual a intensidade que vamos ver os pastores no geral?Podemos difernciar?Acredito que o livro pode ser um dos initrumentos para isto.Porem gostaria de sugerir o tema:Abusados em nome da Igreja, pois existem muitas lagrimas de ministros(as) que choram em nome de Deus e sofrem em nome da Igreja,existem igrejas muito boas mas creio que devido aos fins dos tempos a corrupção é geral, é um cumprimento profético que o amor esfriaria,um pai da igreja relata:“È muito melhor guardar almas para o Senhor,do que ouro. Por quem enviou os apóstolos se ouro reuniu também as igrejas. A igreja não tem ouro para armazená-lo, mas para entregá-lo,para gastá-lo em favor dos que tem necessidades....melhor é conservar os vasos vivos que os de ouro.”
    Ambrosio de Milão. O livro de fato é um bom livro, me abençou muito, mas devo como ministro alertar mesmo que o livro demonstre que existe pastores e pastores e igrejas e igrejas, uma igreja pode se arrepender como um ministro tambem, por tanto não vamos aproveitar do fracasso de alguns e tranformar em beneficio de outros, como bem disse a autora a perda e dos dois lados.
    Que possamos abençoar os que nos persseguem em nome de Deus.
    abraçoçs Pastor Djalma.OBS:Não sou anônimo.

    ResponderExcluir
  27. Acabei de ler o livro e gostei muito.
    Acredito que a leitura é um bálsamo para quem foi vítima de abusos.
    Creio que há muitas pessoas feridas sofrendo em silêncio. Pessoas confusas e sem saber a quem recorrer.
    O livro é uma placa de aviso,aponta para o caminho do bom senso, do amor e da cura para aqueles que se decepcionaram com as igrejas mas sabem que Jesus nunca as decepcionará. Parabéns Marília, maltrapilha do Senhor. Que o Senhor continue a iluminar a sua caneta, e que mais textos esclarecedores e edificantes possam surgir para a edificação do corpo de Cristo.

    ResponderExcluir
  28. Marília, tenho que apoiar sua iniciativa pois, como escritora-mulher-jornalista, entendo que suas palavras são vistas como mais imparciais. Cansei de ouvir, quando prego ou ensino, que minhas críticas e avaliações contra este abusos, são sinônimo de inveja dos grupos que crescem ou dos pastores que tem suposta intimidade com o Todo Poderoso. Sinceramente, não ligo muito para isso. Apenas quero me manter fiel aos princípios da Palavra. E sobre a preocupação das pessoas em manter a reputação da igreja, gostaria de deixar um comentário que serve de alerta: A HISTÓRIA É CÍCLICA e o "movimento evangélico" está passando pelo mesmo ciclo que a Igreja Católica passou. Estamos nos secularizando, divinizando nossos líderes, misturando práticas espiritualistas, e ainda estamos querendo esconder nossos podres, nossas relíquias e nossas mentiras. E o pior, assim como eles, achamos que temos passe livre à presença do todo poderoso. Acredito que tratar abertamente o assunto, é um caminho para o diálogo e para mudarmos nossa conduta enquanto é tempo. Que Deus a abençoe!

    ResponderExcluir